Secretaria de Educação de Tarauacá, realiza acompanhamento pedagógico com a supervisão rural


A Secretaria de Educação de Tarauacá (SEME), por meio do Departamento de supervisão escolar, realizou, um ciclo de visitas às escolas rurais do município de Tarauacá.


Para que serve um supervisor na escola?


As funções de supervisão são diversas: Planeja, supervisiona e avalia o desenvolvimento dos projetos de educação profissional. Orienta, acompanha e avalia o trabalho dos instrutores. Distribui o material pedagógico para professores, controle da entrada e saída de professores, faz o recolhimento de cadernos de roteiro dos professores.


Como o nome sugere, um supervisor é o responsável por supervisionar o trabalho de um grupo de pessoas. Basicamente, é o profissional que avalia se as metas estão sendo cumpridas, e como andam os indicadores de desempenho curricular.

Para a secretaria de educação Maria Lucicléia, o fazer pedagógico rural, é tão importante quanto a prática e aprendizado urbano: “A prática do assessor pedagógico é determinante para desenvolver o pensar do aluno, entendendo as mais diversas relações sociais existentes em cada comunidade rural”. Afirmou a secretaria.


Os assessores pedagógicos Joel Frota, Edvandes Silva e Sálvio Nascimento desenvolveram atendimento aos alunos das escolas São Sebastião (SEDE), São Sebastião (II), São Sebastião IV (Igarapé Zumbi), Escola Maria da Glória Rodrigues (SEDE), Maria da Glória Rodrigues (I).


Para o assessor pedagógico rural Joel Frota de Souza, o fazer pedagógico é um momento de visita à comunidade rural: “Conhecer a realidade rural, é importante. Conhecendo a vida cotidiana de cada família, podemos desenvolver um melhor trabalho educacional de qualidade inclusiva e diferenciada. Esse é o nosso objetivo maior”. Enfatizou o assessor pedagógico.

São oito (08) assessores rurais que atendem as mais diversas escolas do município, sob coordenação de Maria Cecília de Lima Paz. Com o objetivo de realizarem diagnose, prática pedagógica, avaliações, aplicar atividades bimestrais e fazerem reuniões com a comunidade escolar de cada localidade rural.


A prática inclusiva é um processo contínuo e coletivo:


“Todos têm o direito de estar e de aprender na escola e todos estudantes têm direito à diferença sempre que houver necessidade de alguma diferenciação para garantir participação e aprendizagem. Em outras palavras, se todos são diferentes entre si, precisamos simultaneamente diversificar e diferenciar, ou seja, propor estratégias pedagógicas diversificadas e potencialmente adequadas para trabalhar com um grupo heterogêneo e, ao mesmo tempo, propor diferenciações em termos de desafios e apoios, sempre que necessário, para garantir igualdade de oportunidades no processo de escolarização”. (1961-Lei Nº 4.024).





Por Assessoria Seme